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Rio com desconto, só pra quem é da terra

29 mai

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Começou no Rio o Carioquinha 2010. Para quem é nascido ou mora na Cidade Maravilhosa um monte de coisa fica mais barato nessa época do ano. E nesta 12a edição do projeto quem comprova sua naturalidade carioca ou que mora no Rio, pode até fazer uma balada mais em conta.

O Rio esconde coisas realmente muito legais. Quem sabia que é fazer arvorismo no Parque Natural Municipal da Catacumba? Eu não sabia… Mas pode. E está mais barato agora. Atrações que são cartões postais da cidade, como o Pão de Açúcar, estão com desconto de 50%. É só acessar o www.carioquinha.com.br e montar a programação.

Cariocas espalhados pelo Brasil podem aproveitar para fazer uma visita a sua cidade de origem. O site apresenta uma lista de 32 hotéis com descontos que chegam a 50% da tarifa, como é o caso da Rede Windsor, que tem hotéis na Barra da Tijuca, Copacabana, Flamengo e Centro da cidade. Vale a pena conferir!
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Olha eu aí no lançamento do Carioquinha 2010, com a diretoria da Riotur, a eterna Globeleza Valéria Valenssa e a presidente da ONG Ressugir. Ah! Tem coisas lindas da ONG sendo vendidas no site do Carioquinha. Todas as peças levam a assinatura da artista plástica Heloísa Torras.
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O Carioquinha 2010 foi lançado com um café da manhã no Pink Fleet, o navio do Eike Batista faz passeios pela Baía de Guanabara e está dando descontos de 50% para os cariocas. Delícia!

 
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Só no salto

15 mai

Sabe aquela festa no jardim? Aquela… que você vai de salto e acaba ficando plantada no chão com os bichinhos enterrados? Pois é. Além do mico, o salto do sapatinho da Cinderela fica uma beleza.
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Mas agora chegaram os incríveis protetores de saltos da Arezzo (e com échio). A novidade foi desenvolvida em 13 diferentes cores: transparente, preto, pink, vermelho, anil, dark grey, garrafa, acerola, elefante, sândalo, nocciola, eclipse blue e new petrol. A moda até permite a mistura de cores para fazer um estilo bicolor a la malandro da Lapa. E tudo isso por apenas R$ 19,90.
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Respeitável noite

15 mai

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Todas as sextas-feiras tem show da banda “Birinaite” no Bocanegra, com Nilo no vocal. Imperdível. Melhora ainda mais se a companhia for boa. E a night fecha com chave de ouro se na madruga, naquele momento fome louca, ainda rolar uma boquinha num lugar decente. O que é difícil a essas horas, venhamos e convenhamos.
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Mas agora não falta mais nada. Abriu na 402 Sul, bem pertinho do Bocanegra, o Respeitável Burguer, que leva a assinatura do Dudu Camargo e não fecha nunca.
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Podia ser melhor? Podia. Se eu tivesse pique para uma farra dessas todo fim de semana… Mas francamente, minha porção night forte anda fraquíssima, tendo que acordar cedo para aperfeiçoar o meu inglês. It’s not mole não. Mas a galera “adogou”…
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Assim, bem natural…

25 abr

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Mulher brasileira é assim… Acorda e quer está linda. Se usa maquiagem, quer parecer que não está usando para que todo mundo pense que ela nasceu daquele jeito mesmo, ma-ga-vi-lho-sa. Mesmo depois de horas gastas na frente do espelho para disfarçar as imperfeições. E se você é assim, vai adorar o Instant Gloss Couleur Magique. Ele deixa seus lábios coloridos naturalmente, pois possui pigmentos inteligentes que são sensíveis ao pH da pele proporcionando uma cor que varia de mulher para mulher. E isso em questão de segundos.

Os meus ficaram com um rosinha lindo! A-doooo-goooo!

 
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De sede eu não morro…

25 abr

Porque tenho Pepsi Shiso e Fanta Zero de maçã . Aliás, não vai ser por falta de refrigerante bizarro que vou ter problemas no Japão.
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PS: apesar de nunca ter comida gafanhoto. Posso jurar que um dos ingredientes secretos dessa Pepsi é o tal inseto. É simplesmente a pior bebida que já tomei na vida!

 

O Sonho não acabou, mas vai ter que esperar na fila

25 abr

Nem donuts e nem madeleines, o cara do momento é o nosso sonho, figurinha fácil em nossas confeitarias.

Pois é, o sonho, que tem origem portuguesa, é muito popular no Hawaii. Como os japas viajam sempre para lá, foram apresentados `a iguaria que se tornou a febre do momento em Tóquio, enlouquecendo e tirando os japoneses da dieta. Aqui ele se chama malasada, nome havaiano. O nome pode até ser diferente, mas a receita é a mesma.

O bolinho “exótico” ganhou fama por conta do filme Honokaa Boy, cujo principal personagem era confeiteiro de sonho. Pronto, daí para o estrelato foi um pulo.

Para se ter uma Idéia do sucesso do quitute, o Cafe Hula Hawaii, que fica em Yokohama, chega a vender 2.000 peças por dia, a 150 yene cada. Já para comprar malasada na cadeia de lanchonetes Leonard’s é preciso enfrentar filas quilométricas. Segundo uma funcionária do local, os fregueses começaram timidamente comprando apenas 1 ou 2 unidades, mas agora querem de 6 a 10 de uma vez só.
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Foto da NIkkei.com

Tô louca para que o bolinho de aipim também seja descoberto pelo show business e vire moda aqui em Tóquio!!!

Ah, lá em Portugal o sonho é chamado de Bola de Berlim e ás vezes, ao invés do tradicional recheio de creme, vem cheinho de ovos moles. Aqui no Japão podemos encontrar na versão de fejão doce, mas o nosso brazuquinha ainda é o melhor.

PS: Quero saber as novidades brasileiras também!! Não esqueçam que moro longe e estou adoro saber dos babados…

 

Malandro é o gato que já nasce de bigode

25 abr

Bilhete da Nita, faxineira, elogiando o comportamento do Toulouse, o gato, na minha ausência.
Bilhete da Nita

Cara Karina,

Espero que tenha tido um dia maravilhoso. O gato se comportou super bem e não me incomodou em momento algum durante o serviço. Fiquei impressionada. Talvez ele tenha se sentido só…você estava fora .

Quando estou em casa, o vira-latas sempre se comporta mal durante a faxina dela: morde a coitada, não deixa que ela pegue nos brinquedos dele, mia feito um condenado…

Será que o problema do bichano sou eu. Ou ele , malandro, se fez de bonzinho porque estava no comando?

Toulouse

 

As Anita Malfatti em 120 obras

25 fev

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A São Paulo de 1917 ainda era muito provinciana para entender o que significava para a arte brasileira aquela exposição que acontecia na Rua Libero Badaró, 111. Ali, uma pintora que tentava esconder uma atrofia no braço direito, chamada Anita Malfatti, ousava mostrar para uma sociedade perplexa a mais pura arte expressionista. Somente cinco anos depois viria a assimilação do novo durante a revolucionária Semana de Arte Moderna, realizada no Theatro Municipal, na qual foram expostas 22 de suas obras. No entanto, as críticas recebidas em suas primeiras investidas e a insatisfação com sua própria arte a perseguiriam por quase toda a vida.

A pressão da família, que não via futuro promissor para uma moça solteira deficiente e que não dava sinais de que poderia se tornar uma boa professora de arte, fez de Anita uma artista de muitas fases, inquieta, insegura e sempre incompreendida. Essa busca constante por se expressar livremente por meio dos pincéis permeia a Retrospectiva Anita Malfatti – 120 anos, que estreoub nacionalmente no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) de Brasília, de 22 de fevereiro a 25 de abril, e reúne as mais significativas obras da artista, ícone do modernismo brasileiro. É a mais importante retrospectiva já organizada sobre Anita, incluindo obras que raramente ou que nunca foram mostradas ao público.

“Sem dúvida ela foi a pioneira do modernismo no Brasil. A exposição de 1917 inspirou o movimento. Fala-se em Lasar Segall ou Belmiro de Almeida e Visconti como percussores, mas nenhum deles causou tanta polêmica. Ela teve repercussão. E quando a lenda ultrapassa o fato, publica-se a lenda”, afirma Luzia Portinari Greggio, que assina a curadoria da exposição.

Sobrinha de Cândido Portinari e sempre cercada por livros e quadros, seu interesse pela História e pela Filosofia da arte a levou até a vida e obra de Anita, o que lhe rendeu um prêmio de Estímulo de Curta-metragem da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, em 2001, pelo roteiro do documentário “Anita Malfatti”. A pesquisa sobre a vida e obra da pintora também resultou no livro Anita Malfatti – tomei a liberdade de pintar a meu modo, em 2007. E agora, a exposição comemorativa.

Descoberta do expressionismo

Greggio reuniu 120 obras de diversos museus e de coleções particulares que mostram inúmeras e diferentes Anitas. A primeira delas (de 1909 a1914) é uma Anita naturalista-impressionista. Inclui o período em que ainda assinava como Babynha, como em seu primeiro quadro (Burrinho correndo – que estará exposto no CCBB), até o seu retorno de sua primeira viagem de estudos, quando esteve na Alemanha, onde o expressionismo explodia. Foi quando organizou sua primeira exposição individual em 1914. Essa fase reúne também algumas preciosidades como Meu irmão Alexandre e Mulher de vestido vermelho.

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Burrinho Correndo

A segunda Anita, mostra sua fase mais esplendorosa (1915 -1922). É quando vai para os Estados Unidos e se entrega ao expressionismo. “A trajetória de Anita é singular. Todo mundo ia estudar na França. Ela foi para Alemanha e depois para os Estados Unidos, onde tinha parentes. Foi lá onde ela desabrochou”, lembra a curadora. A pintora rompe com todas as regras acadêmicas tão apreciadas pelos seus familiares, como o tio Jorge Krug, que financiara seus estudos no exterior, e a mãe, pintora clássica, Betty Krug, presença constante, rígida e autoritária na sua vida.

Exposição de 17

Mesmo com o escrachado desapontamento dos parentes com a produção artística que trazia na bagagem em seu retorno ao Brasil, Anita faz a exposição de 1917, onde apresenta obras que hoje são consideradas as mais significativas de seu acervo como A boba, A amiga, O farol, A onda, O homem amarelo, Ventania. Também é desta época o primeiro nu cubista brasileiro. “Ela tinha noção que a exposição de 17 ia ser um escândalo. Tanto que resolveu deixar essa obra (Nu cubista I) de fora”, conta Greggio, que incluiu o quadro na mostra.

Seus mais profundos receios recebem contornos dramáticos quando uma crítica de Monteiro Lobato, publicada no jornal O Estado de São Paulo, com o título de A propósito de exposição Malfatti, provoca um efeito devastador na sua exposição. Seus quadros foram devolvidos, outros destruídos. O único a levantar em seu favor foi Oswald de Andrade, que a considerava uma inspiração para um grupo de artistas ansiosos em promover uma revolução na arte brasileira.

“Foi ela. Foram seus quadros que nos deram essa primeira consciência de revolta e de coletividade em luta pela modernização das artes brasileiras. Pelo menos pra mim”, chegou a dizer Mario de Andrade em relação a Anita.

Retorno à ordem

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A Chineza

Depois da Semana de Arte Moderna de 1922, Anita parecia ter encontrado seu lugar no famoso Grupo dos Cinco ( grupo de notórios do modernismo que incluía, além dela, Oswald e Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e Menotti del Picchia), mas parte, em agosto de 1923, para Paris, em nova viagem de estudos, desta vez financiada pelo Pensionato Artístico do Estado de São Paulo. Surge neste período, que dura até o final dos anos 20, uma nova face da pintora. “É o chamado “retorno à ordem”, ocorrido no pós-Segunda Guerra. Anita sofre influências de Matisse, Bonnard, começa a pintar interior-exterior, nus, temas recorrentes da época”, explica a curadora. São representativos dessa época os quadros La chambre bleue, Chinesa e Interior de Mônaco, que na exposição estará ao lado de seus estudos I e 2.

Ao retornar ao Brasil, no final de 1928, apesar do abandono à irreverência que marcou sua fase nos EUA, ela faz uma nova exposição sem grandes resultados financeiros e decide, a partir daí, a adotar uma postura ainda menos polêmica. Surge uma Anita muito mais acadêmica. Alguns acreditam que por nunca ter se recuperado das críticas feitas por Lobato ao seu trabalho. A pintora volta a lecionar e desenvolve séries de florais e retratos — temas mais comerciais na época. “Todo movimento precisa ter uma vítima e um inimigo. Anita foi a vítima do modernismo brasileiro e o Lobato o vilão. Mas Anita tinha um relacionamento profissional com Lobato, que manteve depois da crítica. Mas de fato ela buscou, no seu retorno de Paris, a sobrevivência”, explica Greggio.

Pintando a seu modo

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Colheita de Algodão

O academicismo não agradou os companheiros modernistas. Ela chega a ter seu quadro Época da Colonização (1939), que acabou não vindo para a exposição do CCBB, recusado no Salão Oficial de Belas Artes do Rio de Janeiro, em 1940, o que provoca o rompimento definitivo com Mario de Andrade, a quem Anita atribuiu a recusa. O amigo, desde sua volta de Paris, cobrava de Anita um retorno ao seu estilo mais contundente.

Um ano após a morte de sua mãe, em 1955, Anita é convidada a expor no MASP e se mostra uma artista mais popular, exibindo suas últimas produções (1940-1950) – obras que refletiam os costumes e as belezas do interior brasileiro: Batizado na roça, Colheita de algodão, Casamento na roça e O baile são algumas de suas obras que expressam essa fase. “Tomei a liberdade de pintar ao meu modo”, era o nome da exposição e uma indicação de que as críticas não lhe importavam mais.

Cada vez mais recolhida em sua chácara em Diadema, Anita jamais parou de pintar e no final da vida dedicou-se aos temas religiosos. “A comemoração desses 120 anos de Anita vem para homenagear a ousadia da mulher em buscar seu sonho, em se encontrar. A percebo como um ícone injustiçado. Os contemporâneos, por conta de ciúmes, vaidade, talvez, atrapalham a avaliação na época de um talento como Anita. É por isso que muitos gênios são reavaliados e exaltados com o passar do tempo. Foi o caso dela.”

Exposição imperdível! Para adultos, crianças e adolescentes.

Retrospectiva Anita Malfatti – 120 anos
De 23 de fevereiro a 25 de abril de 2010
CCBB Brasília – Galerias 1 e 2
De terça a domingo, das 9h às 21h
SCES, Trecho 02, lote 22
Tel: 3310-7087
Entrada da gratuita
Classificação livre

 
 

Cabelo lavado a seco?!

23 fev

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Seus problemas acabaram… Chegou o Shampoo a Seco Dry Clean que promete deixar os cabelos limpos sem precisar usar água. E isso não é tudo! Ele ainda neutraliza os odores, retira a oleosidade em qualquer situação, não danifica os fios e o couro cabeludo, pois sua fórmula não contém substâncias agressivas e detergentes.

Com essa espetacular lavagem a seco é possível dispensar o uso do secador semanal e aumentar a durabilidade da escova por mais alguns dias. É a salvação da chapinha! Você acha que isso não é coisa séria? Pois saiba que tinha uma amiga que passava talco no cabelo para não precisar lavá-lo e, com isso, ter que fazer uma nova escova!

Em spray, o shampoo pode ser usado a qualquer momento. Basta aplicá-lo a jatos curtos sobre o cabelo a uma distância próxima, esfregar em uma toalha limpa, secar e escovar normalmente até remover todo o produto junto com a sujeira (e, talvez, alguns bichinhos indesejáveis). Isso parece meio eca, mas pode ser a salvação nesse calor insuportável dos trópicos, que deixa o cabelo colado na cabeça.

O Dry Clean está disponível na loja virtual www.timevision.com.br ao preço de R$ 149,90. E aí? O que você achou? Vai levar?

 

Karina agora é global

20 jan

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Gente, a nossa blogoleta Karina, que era minha parceira no Olhaqueuachei, foi abduzida pelo pessoal do Globo Online. Ela acaba de inaugurar um blog solo chamado Sushi de Banana .

Quem já nos acompanha de longas datas, desde que ela morava em New York, sabe que encontrará nos seus posts diversão garantida ou o seu tempo de volta.

Bem, eu vou continuando por aqui, enfiando peido em cordão, enquanto tiver coisas interessantes (ou não) para contar. E quem sentir saudades da Karina dá uma chegada lá no blog dela. Vou colocar nos links interessantes.

 
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