Eu e Elaine batemos muita perna no Rio… no Riocentro, melhor dizendo. Andamos tanto por aqueles pavilhões que se demorássemos mais tempo lá, estaríamos hoje sem pernas. A insana da Elaine, querendo manter a pose, colocou uma sandália liiiinda, alta. É claro que isso não podia dar boa coisa. Ao final do dia parecia que seu pé estava com elefantíase. Ela que calça 36, usou um sapato meu emprestado 37, que estava folgado em mim.
Quando a Elaine tirou da sacola uma outra sandália alta que ela tinha levado para “substituir” a outra em caso de problemas, quase surtei. Corremos para o Dowtown na tentativa de salvar o que restava de seus pézinhos de pricesa ogra. E econtramos esse encanto.
E já que estávamos no Downtown e de sandalinhas, fomos bater mais perna, claro. Achei uma loja que me chamou atenção pelo colorido das roupas que lebrava as coisas da Toten.
Entramos, cavucamos e veja que achei um vestido igual ao que tinha comprado no BSB Mix, em Brasília. Descobri que, sem saber, já era cliente da loja, que se chama Constantinopla. A moça da loja me disse que eles constumam participar da feira hype candanga. E o melhor, o preço são os mesmos! Diferente de outras grifes, como a Farm, que acrescentam 30% sobre o preço que praticam no Rio.
Ajudei a elaine escolher algo bem verão e que combinasse com a sandalinha. Foi esse aí…
Dia seguinte, voltamos ao nosso batente no Riocentro, ambas de vestidinhos Alo-ha e sandalinhas. E já que não fomos até o mar, trouxemos o mar até a gente.
É como diz o “velho deitado: um dia da calça e outro do calçador”. Elaine aposentou as sandálias altas pelo resto da nossa estada no Rio





















